O Dia em que a Terra Parou.
Mais um filme que tinha tudo para ser bom, e conseguiu ser um filme nulo. Uma enrolação do começo ao fim, sem conseguir passar nenhuma mensagem, recheada de clichês e hipocrisias politicamente corretas, atuações pobres, e efeitos especiáis medianos.
Sem respeitar em nada o filme original (The Day the Earth Stood Still – 1951) , o filme se arrasta com dificuldades sem impressionar em nada, com um roteiro com cheio de reviravoltas menores sem o menor sentido e referencia à arca de Noé, um grupo de alienígenas já infiltrados na terra há 70 anos e um GORT gigante.
Falando em GORT, ele ainda foi confundido com o Cylon em alguma comunidade do Orkut. Provavelmente com um Cylon da nova série Battlestar Galactica e nunca com o guardião da série clássica de 1978.
É perdito todo o apelo da guerra fria, e se coloca o clichê da destruição do planeta pelos humanos e temos agora um Klaatu com cara de nada. Nada contra Keanu Reeves, e tudo contra Jaden Smith, o irritante filho de Will Smith, querendo se mostrar super retórico e eloqüente (pasmem, está escrito com trema!) como um mini gênio e sem qualquer carisma (pelo menos para mim, agora a grande parcela da sociedade vai toma-lo como a nova revelação mirim, juntamente com a igualmente irritante Dakota Fanning).
Realmente não valeu o dinheiro investido para assistir a essa grande porcaria. Mais uma prova que não se produz quase nada de bom ultimamente. Agora, só me resta assistir o Original para me desintoxicar do vírus da cultura de massa.
Lamentável,
Newton Uzeda
PS: CALEM A BOCA DURANTE O FILME! Principalmente a “agradável” garota que estava sentada atrás de mim, quase iniciando uma felação no companheiro dela!



